Como é o processo de saponificação

Como é o processo de saponificação
A descoberta do fogo é um dos marcos de maior relevância na história da humanidade, com a mesma tendo sido uma das grandes responsáveis por aumentar consideravelmente a expectativa de vida de nossos ancestrais e permitir que pudéssemos, com o passar do tempo, criar ferramentas que foram essenciais para que nos tornássemos o que somos hoje.

Sem dúvida, o fogo não só permitiu que nossos ancestrais se aquecessem, evitando, com isso, doenças como hipotermia, pneumonia e gripe, mas também que eles cozinhassem os alimentos, matando possíveis bactérias, fervessem a água, tirando impurezas, e até mesmo produzissem, posteriormente, ferramentas que seriam fundamentais para colocá-lo no topo da cadeia alimentar.

Com o fogo, no entanto, também veio o perigo, afinal, por mais que ele seja fundamental para muitas de nossas tarefas, ele oferece também alguns riscos, como por exemplo queimaduras e incêndios. Por conta disso, nossa relação com o mesmo sempre foi paradoxal, sendo uma mistura de adoração e devoção com constante medo e desenvolvimento de formas de contenção.

Boa parte de nossa história, aliás, foi marcada por formas rudimentares de combate às chamas, com o uso de baldes, mangueiras e panos sendo apenas alguns dos exemplos de formas de contenção que já utilizamos ao longo da história para conter a voracidade do fogo. Em pleno século 21, no entanto, nada mais justo do que combater as chamas com ciência, afinal, ele foi um dos grandes responsáveis por fazer com que chegássemos até aqui. Justamente por isso é interessante notar que existem, hoje, formas mais inteligentes e práticas de combater o fogo do que o uso de mangueiras – mesmo as de alta pressão, como as utilizadas pelos bombeiros -, como por exemplo o uso do agente extintor “FM-200” ou mesmo agentes saponificantes, no caso dos incêndios de classe K – que é um dos tipos mais comuns.

INCÊNDIO DE CLASSE K: O QUE É?

Dá-se o nome de “incêndio de classe K” a todo tipo de incêndio em decorrência do ato de cozinhar, por conta de algum “descontrole” na temperatura de auto-ignição de algum tipo de gordura vegetal e/ou animal. Explica-se: óleos de cozinha costumam ter uma faixa bastante ampla de temperatura de auto-ignição, com a mesma podendo ocorrer a qualquer momento entre 288 e 385 graus Celsius, sendo que é quando a maior parte do volume do óleo colocado em um recipiente é aquecida além da temperatura de ignição que a combustão tem início.

O QUE É A SAPONIFICAÇÃO?

Conforme mencionado, esse tipo de incêndio é auto-sustentando, com as chamas alimentando-se da gordura presente no óleo que entrou em ignição e com a propagação das chamas podendo ser parada apenas se a massa total do óleo for resfriada abaixo da temperatura de ignição. Para tanto, um dos métodos que vem apresentando maior eficiência e confiabilidade é o da saponificação, um processo químico que pode ser provocado a partir da introdução de um agente extintor de base alcalina, como o acetato de postássio. Quando esse agente entra em contato com a gordura saturada contida no óleo eles produzem, a partir de então, uma espécie de “espuma ensaboada” (daí o nome) que abafa o fogo e acaba com sua disseminação.

ONDE CONSEGUIR O AGENTE SAPONIFICANTE DE CLASSE K?

Por conta de sua eficiência o agente saponificante de classe K tem sido utilizado em extintores de classe K e em sistemas fixos de proteção de coifa. Caso você deseje ter algum desses aparatos é recomendável que você consulte uma empresa especializada no assunto, como a Bucka, por exemplo, que é especializada na prevenção e na contenção de incêndios, possuindo diversos tipos de certificado que evidenciam sua competência, presença em diversos países e um time de profissionais experientes, que saberão exatamente o que fazer para garantir a sua segurança.

Ficou com alguma dúvida ou gostaria de mais informações a respeito de nossos produtos e serviços? Entre em contato conosco. Nossos profissionais farão o possível para ajudar da melhor forma que pudermos.

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