Aplicação de sistemas de CO2 de baixa pressão

Aplicação de sistemas de CO2 de baixa pressãoOs sistemas fixos de combate a incêndio por CO2 são dimensionados conforme a norma NFPA 12 e diferem de acordo com o tipo de armazenamento do agente extintor, existente entre os sistemas de alta pressão, com cilindros de aço sem costura, normalmente em capacidades de 45 kg, e sistemas de baixa pressão, nos quais são utilizados tanques criogênicos.

O que não difere entre eles é a necessidade de sistemas de detecção e alarmes ligados a uma central de comando que permite, por meio automático ou manual, o disparo do sistema em cada área protegida.

Os sistemas de CO2 de baixa pressão são indicados para riscos que necessitam de grandes quantidades de dióxido de carbono, normalmente acima de duas toneladas, numa área onde a estocagem for limitada. Isso pode se aplicar à usinas hidrelétricas, porões de laminadoras de siderúrgicas, ou na extinção de qualquer foco de fogo em riscos confinados de líquidos inflamáveis e graxas, como coifas, tanques de têmperas, etc…

Várias áreas de risco podem ser atendidas numa mesma instalação pelo sistema de CO2 de baixa pressão, quando se trabalha com válvulas direcionais. A quantidade de gás é dimensionada pelo maior risco protegido. Sistemas de CO2 de baixa pressão permitem inclusive a aplicação manual de CO2, através de mangotes. O CO2 fica estocado em fase líquida, em tanques de pressão equipados com sistemas de refrigeração próprios. A pressão, no interior do tanque, é mantida normalmente próxima dos 300 psi, através da manutenção da temperatura interna, em algo que chega aos -17 graus Celcius.

 

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