Transformador Verde – Conheça essa solução

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OLÉO CLASSE K PARA ISOLAMENTO EM TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA

O transformador à óleo foi inventado por volta de 1880. Desde então, a busca pelo melhor tipo de óleo tem sido constante – nesse contexto, por melhor subentende-se mais eficiente, econômico e seguro.

Durante quase um século o óleo mineral foi o predileto da indústria. Hoje em dia, no entanto, um outro tipo de óleo tem chamado cada vez mais atenção: o vegetal.

ÓLEO VEGETAL: UMA VELHA NOVIDADE

Apesar de o óleo vegetal estar em voga, engana-se quem pensa que ele é novo; desde o primórdio tenta-se utilizar óleo vegetal nos transformadores; no início, contudo, as máquinas não eram suficientemente avançadas para suportar esse tipo de óleo, o que levava a quebras e acidentes frequentes, o que acabou levando a indústria a procurar outro tipo de fluído (no caso, o óleo mineral).

Hoje em dia existem mais de 300 mil transformadores utilizando óleo vegetal para operar; empresas como a Siemens, por exemplo, tem se dedicado diariamente à produção de equipamentos cada vez mais potentes e confiáveis.

ÓLEO MINERAL X ÓLEO VEGETAL: QUAL A DIFERENÇA ENTRE AMBOS?

O óleo mineral é sintético, ao passo que o vegetal é derivado de matéria orgânica – na maior parte das vezes ele é uma gordura extraída de certas plantas, sementes e afins.

Tal diferença, apesar de parecer simbólica, tem grande implicância prática; por ser mais natural, sua fabricação e uso agride muito menos o meio-ambiente, permitindo que os equipamentos que utilizem esse tipo de óleo possam ser classificados como sendo verdes, ou seja, ecologicamente corretos.

Fora isso, o óleo vegetal pode ser classificado como sendo um material de baixa inflamabilidade, ou seja, que não pega fogo com facilidade. Por conta disso, a maior parte das seguradoras e/ou órgãos reguladores costuma não se opor a instalação de equipamentos que utilizam esse tipo de óleo, o que barateia consideravelmente o custo das apólices e agiliza potências concessões de alvarás de funcionamento.

Vale ressaltar, ainda, que apesar de a inflamabilidade do óleo vegetal ser de suma importância, ele oferece uma série de outras vantagens, como por exemplo:

  • Ponto de fulgor mais elevado, que faz com que geradores movidos à óleo vegetal sejam capazes de desempenhar melhor tarefas pesadas e/ou que exijam demais do transformador;
  • Maior controle e segurança; a viscosidade diferenciada do óleo vegetal faz com que ele espalhe menos em caso de acidente, o que facilita tanto o controle de eventuais chamas como também a manutenção de tais equipamentos.

INFLAMABILIDADE DO ÓLEO VEGETAL

O óleo vegetal, por não pegar fogo com tanta facilidade como outros tipos de fluído, pode ser categorizado como sendo um material “classe K”.

O uso deste tipo de óleo implica em exigências distintas no que se refere a combate a incêndios. Mais detalhes podem ser consultados na IT 37 – Subestação Elétrica, do Corpo de Bombeiros do Estado de SP.

BUCKA: QUALIDADE QUE FAZ DIFERENÇA

Ainda que o óleo vegetal seja ecológico e possua inflamabilidade menor que os demais, ele, como todo óleo, oferece grandes riscos. Por isso, é sempre importante possuir sistema de combate à incêndios eficiente em operação.

Caso você possua um transformador verde, que trabalha com óleo vegetal, e esteja pensando em renovar ou aprimorar a segurança de seu estabelecimento, não deixe de entrar em contato com a Bucka, uma empresa com ampla tradição.

Bucka, aliás, desenvolveu o “Komet-K”, um agente úmido (wetting agent) que pode ser aplicado como uma névoa fina por sobre as chamas, sendo capaz de resfriar o cerne do incêndio e, com isso, combater as chamas mais rapidamente.

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